quinta-feira, 9 de setembro de 2010

7 Passos para Passar em Um Concurso


  1.  Aprender a se organizar. 
     
  2.  Aprender a estuda e a aprender.
     
  3.  Aprender a fazer provas. 
     
  4.  Estudar todo o programa do concurso (colocar a matéria na cabeça). 
     
  5.  Fazer muitas questões de concursos e simulados (saber tirar a matéria da cabeça para o papel). 
     
  6.  Ir fazer os concursos / fazer as provas. 
     
  7.  Persistir durante o período de tempo necessário para amadurecimento e para colher os resultados  pretendidos.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Não Vendo Meu Voto!!!



1º - Não vendo meu voto - quero água boa, energia, esgoto e asfalto para todos.

2º - Não vendo meu voto - quero mais dinheiro na agricultura e alimento barato nas mesas.

3º - Não vendo meu voto - quero a conquista de terras e moradia barata para todos.

4º - Não vendo meu voto - quero mais segurança pública em todos os lugares.

5º - Não vendo meu voto - quero contar com político honesto e capaz no poder.

6º - Não vendo meu voto - quero mais escolas e ensino de boa qualidade para todos.

7º - Não vendo meu voto - quero maior geração de empregos e capacitação profissional.

8º - Não vendo meu voto - quero transporte digno e farto para a população.

9º - Não vendo meu voto - quero a construção de bons hospitais públicos para nossa gente.

10º - Não vendo meu voto - quero candidato desonesto fora da administração pública.

11º - Não vendo meu voto - quero a minha aposentadoria, a garantia do meu futuro.

12º - Não vendo meu voto - quero acabar com a morosidade em todos os campos da Justiça.

13º - Não vendo meu voto - quero que todos nós possamos ter um Brasil cada vez melhor.

14º - Não vendo meu voto – quero prioridade na aplicação dos recursos públicos em saúde e educação.

Pense, analise e reflita antes de votar em 2010.
Movimento Nacional de valorização do voto.

O MEDO E O RESPEITO



Nas campanhas políticas uma parte dos candidatos tem ao seu lado pessoas que os admiram pelo seu caráter e opções políticas definidas em sua vida. Pessoas que os apoiam incondicionalmente, desde que mantenham sua linha de conduta.
Outra parte dos candidatos utilizam do poder que possuem para pressionar funcionários públicos e pessoas beneficiadas pelo seu governo, aterrorizando-as de toda a forma para conseguir o seu apoio.
Há, também, aqueles que utilizam da compensação financeira e das promessas.
Não precisa discussão para saber qual dos candidatos faria um melhor governo.
O bom candidato não utiliza dos expedientes expostos a partir do segundo parágrafo, nem perde seu tempo de governo preocupado e se manter no mesmo.
Todos ouvimos falar de histórias de funcionários contratados pelas prefeituras, que durante a época de campanha são intimados a trabalhar como cabos eleitorais. Ninguém denuncia com medo de prejudicar-se ou a outros.
Cabe ao eleitor punir essas atitudes de seus gestores com a rejeição de seus candidatos.
Qualquer semelhança com o município de Euclides da Cunha não é mera coincidência.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

VIVENDO DE APARÊNCIAS

Algumas pessoas costumam dar demasiado valor as aparências, isso é normal na adolescência, mas quando não desaparece com a fase adulta torna-se um problema.
O que dizer então quando se tem uma gestão municipal com esse problema?
Quando a pessoa é jovem ela gasta o que tem e o que não tem somente preocupada com a estética, e a conta fica para os pais.
Agora imagine esta jovem comandando os recursos de um município?
Pois é! é isso que está acontecendo em Euclides da Cunha.
A vaidade pessoal de nossos gestores está ocasionando o caos da saúde, educação, limpeza pública, segurança, funcionalismo público, geração de emprego e renda... A tentativa de impor uma realidade diferente da que podemos faz com que falte recursos para essas áreas essenciais do município.
Paralelo as obras de embelezamento do centro da cidade nota-se o desempenho negativo do município nos indicadores da educação(ENEM e IDEB)e da saúde(comparativo de postos de saúde e do hospital com o de municípios vizinhos), além da opressão do funcionalismo público com a perseguição de concursados e sindicalistas.
A atual gestão aposta no deslumbramento de seu povo quando virem as praças, calçamentos e obras que estão em andamento, concretizadas. Acreditam que os euclidenses esquecerão todas as mazelas que enfrentam, e que se conscientizarão que vale a pena economizar com educação e saúde em troca de ruas e praças mais bonitas.
Enquanto nossos gestores não sentirem na pele os efeitos de uma saúde precária e verem seus filhos penando no mercado de trabalho por deficiência na educação, eles continuarão dando a mínima para estes setores tão importantes da nossa vida, e se preocuparão somente com as aparências.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

SAÚDE DE EUCLIDES DA CUNHA ESTÁ MELHORANDO OU PIORANDO? ...


A situação da saúde no município de Euclides da Cunha é gravissima. Já abordei em textos anteriores a questão da deficiência de médicos especialistas, falta de ambulâncias em quantidade e qualidade, utilização política de cabos eleitorais para o transporte de pessoas doentes da zona rural para o hospital municipal, propaganda de clínica particular na recepção do hospital, dentre outros.
O atendimento em casos que exigem um pouco mais de conhecimento do médico, ou uma estrutura melhor em termos de equipamentos da emergência, ou um medicamento mais específico, é automaticamente transferido para unidades em municípios vizinhos, ou unidades regionais e da capital.
Não é pretensão de quem escreve este texto cobrar das autoridades municipais atendimento médico público municipal do porte de unidades regionais, até porque a unidade regional mais próxima fica em Ribeira do Pombal, a qual poderia estar sediada em nosso município, caso o esposo Deputado da atual gestora gostasse de Euclides da Cunha.
A minha intenção é poder usufruir dos serviços de saúde de emergência, em caso de necessidade, como já aconteceu. Felizmente tenho a possibilidade de utilizar de serviços particulares, mas é preciso deslocar-me para centros distantes.
Os recursos que vem dos governos federal e estadual, já que o do município ninguém vê, poderiam ser utilizados para cobrir esta deficiência, salvando vidas de pessoas (com ou sem plano de saúde) que precisam de equipamentos, medicamentos, ambulâncias de qualidade e medicos mais preparados, que ajudem a mantê-las vivas e as transportem rapidamente para unidades de maior porte capazes que salvá-las.
Não é preciso citar nomes, mas acredito que todos devam conhecer vários casos de moradores que morreram ou quase, devido a estas deficiências do hospital municipal ACM.
Não há postos de saúde com condições mínimas de funcionamento em quantidade suficiente na zona rural e no hospital a emergência é deficiente, sobra então o Doutor estrada, o melhor que há no município.

PARA ONDE ESTÁ INDO O DINHEIRO DO MUNICÍPIO?


A atual gestão costuma se gabar da quantidade de obras e ações que são desenvolvidas em Euclides da Cunha. Atribuem todas conquistas ao esforço gerreiro da gestora e à influência política de seu esposo Deputado. Gastam os parcos recursos municipais com propaganda impressa, de rádio e visual. Tudo isso com a única finalidade de assumir a paternidade do que acontece de bom por aqui.
Aos mais inocentes e menos cultos a falácia pode até convencer.
A verdade é que através do intermédio do vereador Cláudio Lima e de lideranças políticas de partidos que fazem oposição a atual gestão(PT, PMDB, PCdoB, PV e PSB), muita coisa veio e ainda virá para Euclides da Cunha.
Recursos para praças, anel viário, estação de tratamento de esgoto, calçamentos, centro de abastecimento, escola técnica, posto de saúde, samu, adutora, eletrificação, casas populares, quadras esportivas, pontes, são joão, merenda escolar, transporte escolar, peti, bolsa família, projovem... tudo isso e muito mais.
É tanto dinheiro para essas obras e ações que o município poderia utilizar o seu para melhorar as condições dos funcionários da prefeitura, do hospital, do postos de saúde, das escolas, do matadouro... Mas isso não está acontecendo.

ELES NÃO GOSTAM DE GENTE

Estamos em uma era política onde as pessoas prevalecem sobre a coisas.
Apesar desta realidade existir, não que dizer que aconteça em nosso município.
Como construir creches, se as que existem funcionam mal, ou não funcionam?
Como construir praças, se as que existem estão abandonadas?
Como alfaltar ruas, se grande parte da cidade não tem calçamento
Para que construir PSF,s, se os poucos que existem mal tem médicos, ou estao desativados, abandonados?
A vontade de aparecer é que leva os atuais gestores do município de Euclides da Cunha a ignorar a gente desse município.
Antes de realizar obras e ações com o dinheiro do município seria ético que as instituições e bens públicos que já existem funcionassem em sua plenitude, e que os funcionários públicos municipais fossem tratados com respeito.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

"Servilino", o servidor público capacho


O Servilino é um pobre de espírito. Parente do servidor público decente, Servilino é o servidor que se agacha a qualquer decisão do chefe. Ele o faz a todo o instante, pois tudo o que anseia é entrar pro nucleozinho de “poder” no órgãozinho público onde consome sua medíocre existência com ares de grande triunfo.

Mesmo que sua repartição esteja um verdadeiro caos, por causa da incompetência administrativa de seu chefe, a ponto de prejudicar o trabalho do próprio Servilino, este se finge de cego; sequer tem coragem de pedir soluções aos superiores.

O motivo é um só: Servilino tem medo de desagradá-lo (ao chefe) e ver naufragar seu sonho de chegar ao nucleozinho local/municipal de poder. Ou ao menos vir a receber uma gratificaçãozinha extra.

Mesmo que seu cargo seja estável, Servilino vive a se calar diante dos piores atos e não-atos do chefe. Nada há que o faça recuperar a voz. Às vezes ele se olha no espelho e lamenta a própria covardia. Quanto mais velho fica, mais o sentimento de vergonha aumenta, já que Servilino é casado, tem até filhos, dos quais procura esconder inutilmente seu histórico servilismo.

Quanto menos o Servilino incomodar o chefe incompetente ou corrupto – pensa ele - mais o chefe vai gostar dele e, quem sabe, promovê-lo ao nucleozinho de poder local/municipal. Se puder, dá uma ajudazinha ao chefe em suas inconfessáveis intenções, mesmo que essas venham a prejudicar os colegas de setor do Servilino. Ele não está nem aí.

Servilino vende a alma ao diabo para se "dar bem" porque é um incompetente ou bandido igual ao chefe. Seu sentido de ética, altivez, sua vergonha na cara (se é que os teve um dia) foram pro espaço junto com sua auto-estima. Sim, porque o Servilino não se gosta nem se respeita.

O Servilino faz qualquer coisa para diminuir seu complexo de inferioridade, sem se dar conta de que, quanto mais quer bancar o superior, mais evidente fica sua barriga de cobra, como quando consegue um naco de poder e passa a tratar os antigos colegas com superioridade e desprezo.

Servilino é um puxa-saco viscoso, rastejante. Ciente disso, ele procura não demonstrar suas características ostensivamente na frente de sua mulher, com receio de que ela venha a trocá-lo por um sujeito mais altivo, mais “homem”.

Servilino, no fundo, odeia a profissão que escolheu. Ele tem raiva da própria vida, que, pouco a pouco, transformou-o numa sombra triste de seus planos juvenis.

Depois de tantas decepções, Servilino resolveu esconder sua nulidade, tornando-se um cínico carreirista, maquiavélico. Foi o papel que lhe restou, o único no qual consegue ter a sensação de que detém algum poder, de que faz "alguma diferença" da vida.

Ele não acredita mais em conceitos como "moralidade pública", pois, dentro da lei, ele se sente um "nada". Ele só se transforma em "alguém" quando consegue "enganar a lei" e passar para trás as pessoas que têm mérito e maior formação do que ele, Servilino.

Ao Servilino, um despreparado, sobrou apenas o papel de agradar e satisfazer ao chefe perverso, para continuar "a ser aceito e a ter valor". É um patético.

Há Servilinos de vários níveis. Letrados e iletrados. Os iletrados são igualmente oportunistas. Diante de um funcionário altivo que tenha se confrontado com o chefão em nome de uma boa causa, até a moça do cafezinho, puxa-saco do chefão, assume as dores deste e passa a tratar aquele funcionário com descaso, inclusive sonegando-lhe a garrafa de café, gesto, claro, que o chefão aprova.

Dia do Motoqueiro 27/07/2010

Polícia Militar
Motoqueiros Ouvindo as Coordenadas de como sair e se comportar no transito de Euclides da Cunha
Momento da Passeata em Comemoração ao 
Dia do Motoqueiro
Encerramento da Passeata na Praça da Bandeira

Popular Posts

Mural de Recados